Crunchyroll já contribuiu com mais de 100 milhões para a Indústria dos Animes

Crunchyroll já contribuiu com mais de 100 milhões para a Indústria dos Animes





O Serviço de Stream já devolveu muitos royalties de volta para a Indústria, investiu em novas produções e está se movendo agora para fazer conteúdo Original.

A plataforma de stream de anime Crunchyroll já contribuiu com mais de 100 milhões de dólares para a Indústria de anime japonesa nesses últimos 10 anos que operou.

Começando como um site de transmissão criado por um grupo de usuários graduados em Engenharia em 2006, o Crunchyroll inicialmente transmitia animes de maneira pirata, ilegal ou como você quiser chamar. Apenas em 2008, a gerência do Crunchyroll viajou para Tokyo na esperança de licenciar alguns animes e fornecer para seus fãs nos EUA uma experiência de alta qualidade, profissional e legal de animes logo após serem exibidos no Japão.

Crunchyroll já contribuiu com mais de 100 milhões para a Indústria dos Animes

E eles conseguiram contato com a menor emissora de TV do Japão, a TV Tokyo, e depois de beberem muito juntos, afirma Kun Gao, co-fundador e gerente do Crunchyroll, eles assinaram um contrato em 2009 para conseguir transmitir os animes da emissora legalmente. O primeiro lote de animes incluiu Naruto, com seus primeiros 220 eps.

A abertura da TV Tokyo para o Simulcast foi crucial para o sucesso do site, de acordo com Gao, que também disse que agora 90% de seus shows são transmitidos simultaneamente com o Japão ou após um atraso muito curto de tempo.

"Houve muita resistência, as pessoas diziam para não trabalharmos com esses 'piratas', lembrou Hiroaki Saiki, diretor de distribuição global da TV Tokyo.

O Crunchyroll agora licita animes e outras mídias relacionadas a anime, também investindo em novas séries como parte do comitê de produção (exemplos: Masamune-kun no Revenge e Yuru Camp).

Crunchyroll já contribuiu com mais de 100 milhões para a Indústria dos Animes

"Nós investimos em mais de 40 produções simultaneamente", diz Gao. "Temos um relacionamento incrível com os criadores, e os animadores querem aprender mais sobre o público global e o que eles querem".

Os animadores não estão deliberadamente adaptando seus animes para os fãs de fora do Japão, mas Saiki diz que os criadores as vezes se perguntam se alguns símbolos religiosos ou personagens fumando estão de bem com o público global.

"O Crunchyroll orgulha-se da sua contribuição para popularizar os animes e com a sua ajuda de finanças", diz Gao, também dizendo que assinar também agrada bastante aos fãs: "Eles sabem que seu dinheiro está indo diretamente para criar mais conteúdo, é bem transparente".

Além de sua base nos EUA, Reino Unido, Espanha, Américas, França, Alemanha, e Rússia, até as nações árabes são mercados importantes para o Crunchyroll agora, de acordo com Gao.

E agora, além de investir em anime, o Crunchyroll também quer fazer seu próprio conteúdo original.

"Estamos fazendo uma programação original agora, com um criador dos EUA trabalhando com animadores japoneses", diz Gao. "Não estamos fazendo originais para serem iguais aos japoneses, eles já são os melhores do mundo nisso".

O Crunchyroll chegou oficialmente ao Brasil em Novembro de 2012, e a primeira leva de animes contava com séries como Sword Art Online, Naruto Shipuuden e Gintama.

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