História Macabra - Hikikomori de 49 anos viveu semanas com Corpo da Mãe Morta em Casa

História Macabra - Hikikomori de 49 anos viveu semanas com Corpo da Mãe Morta em Casa








História Macabra - Hikikomori de 49 anos viveu semanas com Corpo da Mãe Morta em Casa


Aviso: Esse post falta ser revisado, então perdoe qualquer erro de português, revisaremos o mais rápido possível

Algumas histórias do Japão Estranho não são só bizarras do tipo engraçada, são macabras também.

Antes explicando o que são Hikikomoris, é uma pessoa que não sai de casa, que vive isolado da sociedade, e normalmente eles são sustentados por parentes, ficam presos em seu quarto e não quer ter contato com outras pessoas, não trabalham, não estudam, não produzem.

Agora vamos a história, nessa semana, a policia de Kanagawa prendeu um hikikomori de 49 anos (quarenta e nove anos!), que morava em Kanazawa/Yokohama, sobre a acusação de abandono de corpo, basicamente, ele simplesmente deixou lá o corpo da mãe morta e continuou vivendo na casa com o corpo ali.

Os investigadores creem que a mãe dele, de 76 anos, morreu no meio de Outubro, quando a filha dela veio visitar a mãe (filha de 45 anos), no dia 4 de Novembro, ela viu o seu irmão antes de descobriru que ele havia botado o corpo morto da mãe na cama dela.

A mulher chamou a policia, que veio até a casa e prendeu o cara no dia 5 de Novembro, a policia descreve o homem, que é desempregado, de ser quase que totalmente incapaz de manter uma conversa com outras pessoas, e ele ao invés de falar deu uma declaração em escrito dizendo: ''Eu não podia fazer nada após minha mãe morrer, então esperei pela próxima visita da minha irmã''.

O corpo da mãe não tem ferimentos, a causa mais provável da morte deve ser alguma doença ou morte natural e não porque o filho matou ela, devido a condição dele é difícil que ele vá sofrer alguma punição severa.

Fico meio triste lendo isso, um cara de 49 anos sendo sustentado pela mãe, me pergunto quando foi que a vida dele deu errado.

Fonte
via Rocketnews




0 Comentários:

Postar um comentário